dedicação pela vida

Amigos superam câncer e, após dez anos, marcam reencontro

 

Conheça a história de três jovens que venceram o câncer e que hoje, depois de adultos, ainda mantêm um caso de amor com a Abrace

Parecia um dia normal, quando lá vinham eles: Genivaldo, Reginaldo e Admilson. Os ex-assistidos que hoje são adultos, residem em outros estados mas, aproveitaram a passagem por Brasília para um encontro na Abrace.

“Está tudo diferente, a Casa de Apoio está mais espaçosa e isso é muito bom. Voltar aqui e rever todos é revigorante, especialmente porque estão bem”, diz o baiano Genivaldo Barbosa, 32 anos. Apesar da alegria em estar com grandes amigos, Genivaldo ainda se emociona ao falar do passado. “Abaixo de Deus, foi esta instituição quem ajudou a salvar a minha vida. Minha família não tinha recursos, não tínhamos condições para financiar meu tratamento”, desabafa com lágrimas nos olhos.

Genivaldo conta que dez anos após o término do tratamento de um linfoma, sente-se vitorioso. “Não tenho palavras pra expressar tudo o que a Abrace significa em minha vida. Só tenho a agradecer a toda esta família por ter feito parte da minha história e que, ainda hoje, tem lutando pra salvar novas vidas”, ressalta.

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Reginaldo Lopes, 27 anos, lembra que quando recebeu o diagnóstico de leucemia ficou bem abalado e foi a equipe da Abrace que o ajudou a aceitar melhor a doença e a não deixar de acreditar que um dia poderia ficar bem. “Conheci pessoas boas e passei bons momentos aqui. Uma fase muito difícil, é verdade, mas aprendi a superar. Reginaldo é natural do Piauí e reside em Brasília. “Moro sozinho, mas durante o tratamento minha mãe ficava comigo. Estou feliz com o que conquistei e atualmente trabalho em um supermercado e também sou cabeleireiro”, relata orgulhoso.

Já para Admilson, natural de MG, a Abrace foi acolhedora. “Assim como uma mãe que acolhe e ama. Eu e minha família tivemos apoio emocional, o que foi fundamental para dar continuidade no tratamento da forma mais otimista”, aponta. Sou grato e tenho especial carinho pelos funcionários. Admilson conta que em breve pensa em trabalhar como voluntário.

Admilson e Reginaldo

Os três rapazes passaram por um acompanhamento que durou anos. Um período de dor, mas também de alegrias, resiliência e amizade. Um laço fraterno que fortaleceu ainda mais o carinho pela instituição. Atualmente, os jovens encontram-se livres do câncer e levam uma vida normal.

by acls us
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