dedicação pela vida

Receber alta e voltar para casa: um alívio!

Agora, Stefanne já pode voltar para sua cidade, Riachinho, em Minas Gerais. E na Casa de Apoio da Abrace, as vindas serão apenas para fazer manutenção do tratamento.

Na Casa de Apoio da Abrace, no Guará, a gente pode encontrar uma surpresa em cada canto. No banco em frente à casa, tinha um burburinho animado outro dia. Chegando perto só deu pra ouvir um grito: “Ei, vem aqui, sabia que ela vai poder ir pra casa?” Uma felicidade compartilhada porque a Stefanne Sales Gomes da Cruz, de 13 anos, tinha recebido alta. “Agora é só alegria”, disse a menina com o sorriso mais largo do mundo.

Na última quarta-feira (26/04), ela recebeu a notícia da médica que a acompanha, no Hospital da Criança de Brasília José de Alencar (HCB) de que a mocinha não precisa mais ficar internada, nem fazer quimioterapia e que só precisar voltar à Brasília para fazer a manutenção do tratamento - que são aqueles exames periódicos -, para ver se está tudo bem.

Stefanne veio de Riachinho (MG) com a mãe, Alessandra Sales Queiroz, 33 anos, para fazer tratamento de leucemia. Há seis meses ela estava na Casa de Apoio da Abrace. “Passei esse tempo todo em Brasília e só voltei uma única vez para minha cidade, em fevereiro do ano passado”.

Stefanne 2

A menina contou que, este ano, teve que parar os estudos para cuidar da saúde. Ela descobriu que tinha algo de errado enquanto ainda estava na sala de aula, durante uma apresentação sobre a independência do Brasil, no dia 07 de setembro de 2016. “De repente, comecei a ver tudo amarelo e desmaiei, não me lembro de muita coisa. Depois fui duas vezes para Uruana, uma cidade vizinha e precisei tomar sete bolsas de sangue no total. Só em novembro do ano passado, quando fui encaminhada para um hematologista do HRAN é que fui diagnosticada com a leucemia”, relembrou.

O susto foi grande, mesmo porque o avô dela tinha falecido um ano antes de câncer. Mas agora ela só quer guardar as lembranças das amizades que fez na Casa de Apoio e, segundo ela, foram muitas. A mãe, Alessandra, só disse uma frase e não precisava mesmo dizer mais nada: “Foi um grande alívio ver minha filha bem”.

Vai deixar muita gente com saudades, viu, Stefanne!

by acls us
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