dedicação pela vida

Voluntário: indispensável, imprescindível

Sem o trabalho dos voluntários a Abrace não seria o que é.

Sábado, 8h. Hora de estar na cama dormindo e descansando, certo? Errado! Para os voluntários da Abrace, o dia é de muito trabalho. Neste sábado (24/06), teve mais uma edição do Programa Encontro e ainda uma manhã de visitas dos contribuintes, que vieram conhecer a sede da instituição. Ao todo, 19 voluntários se reuniram para ajudar nas atividades dos dois eventos. 

O Luiz Guilherme, a Maria da Anunciação e a Solange se prontificaram a secar as canecas para a festa junina, que ocorreu no Programa Encontro. A Aline Cristine ficou responsável por confirmar quais famílias estavam presentes e contar quantas pessoas chegavam. Já o Nelson Fleury fotografou os dois eventos e ainda, tinha mais gente trabalhando nos bastidores para todo mundo se divertir na festa e conhecer o trabalho que a Abrace faz durante a visita dos doadores.

Foto voluntarias 1

“É muito recompensador. Não sinto como se estivesse doando, mas como se estivesse recebendo mesmo. Sempre que recebo o convite venho ajudar”, disse Maria da Anunciação, 51 anos, servidora pública e voluntária. Essa é a mesma sensação do Ronilson dos Reis, 30 anos, administrador, contador e voluntário: “Venho quando sou chamado, porque meus horários durante a semana não batem, mas estou sempre disponível para atuar nos eventos da Abrace. E ajudo no que precisar, é como se diz, tá na chuva é para se molhar!”.

Foto voluntarios 2

E não pense que cada um só fez uma atividade e foi embora, não. Quem estava na festa junina tirou um tempinho para apresentar o Espaço Pedagógico para os contribuintes. Quem ficou na festa foi brincar com as crianças. Teve boliche, boca do palhaço, futebol, parquinho e até dança das cadeiras, né, Kélvia? “Normalmente trabalho na atividade Hora de Brincar, mas estou sempre disponível para esses eventos e me divirto muito”. A Kélvia Cavalcante, 31 anos, engenheira, foi quem comandou a dança das cadeiras das crianças e dos pais. Imaginem o quanto ela dançou, pulou e correu de um lado para o outro arrumando e tirando as cadeiras? Risos!

danca das cadeiras

Um trabalhão que as famílias assistidas pela Abrace reconhecem: “Os voluntários são imprescindíveis. Dependo deles até para dar banho na minha filha”, contou Marcele Barroso, 33 anos, mãe da Alice Barroso, de 2 anos, que faz tratamento conta um tumor no rim há 8 meses.

A Taís Araújo, de 28 anos, é mãe do Kauan (5 meses) e da Flávia Danielle (6 anos), que tratam a anemia falciforme. Ela também agradeceu a ajuda dos voluntários: “Eles brincam, ajudam a pegar no colo um pouco, estão sempre ali para dar uma mãozinha quando precisamos”.

foto familia 3

Ah, e ainda teve o bazar! As Sandras ficaram responsáveis pela venda de roupas e sapatos a R$ 1,00 e R$ 0,50 para as famílias. “Todo mundo ganha com esse trabalho”, disse a voluntária Sandra Carrijo. “A intenção é ajudar as famílias”, esclareceu Sandra Maria Barbosa, a outra voluntaria da dupla.

A presidente da Abrace, Ilda Peliz, explicou a importância que tem este trabalho: “Sem o voluntário nossas ações não aconteceriam, porque não temos como contratar mão-de-obra. Ele é quem faz a diferença para termos eventos de qualidade e sem custos para a instituição”.

by acls us
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