dedicação pela vida

“Como é bom receber ajuda no momento de necessidade”

Mãe de ex-assistido da Abrace fala que pôde contar com a instituição quando não sabia o que fazer.

Thiago Branco tinha 3 anos e um mês quando virou um “anjinho”, costuma dizer a mãe Arilma Branco, de 41 anos. E esse um mês faz toda a diferença nessa história. “Nós descobrimos um tumor no rim quando ele completou 1 ano e 5 meses. Ele passou por quimioterapia e chegou a fazer uma cirurgia para a retirada do tumor”, conta Arilma.

O problema é que após a cirurgia o tumor voltou. Os médicos sugeriram que Thiago tentasse um tratamento alternativo, em São Paulo. Foi aí que a Abrace entrou na história deles. “Até então, a gente não tinha precisado de ajuda, mas para viajar, ficava muito caro. E então, alguns dias depois da consulta médica, recebi uma ligação da Abrace, dizendo que iria me ajudar com as passagens e, se precisasse, com a hospedagem também. Eu achei aquilo lindo. Sempre ouvia outras mães que estavam no Hospital da Criança de Brasília José Alencar falarem que ficavam hospedadas na Casa de Apoio, que recebiam toda a ajuda, mas eu nunca tinha tido contato direto. Só quando a situação ficou mais grave é que eu fui socorrida pela instituição”, desabafa a mãe.

Arilma e Thiago foram para São Paulo em busca do tratamento alternativo. Depois de 11 dias, já estavam liberados para voltar para casa. Era uma quinta-feira e, no sábado seguinte, seria o aniversário do Thiago: “Eu falei com a Abrace e eles conseguiram uma passagem para eu voltar na sexta-feira, para que a gente pudesse passar o aniversário dele em família. Eu percebi que a Abrace tratava de tudo como se fosse um momento único e, fizeram de tudo para a gente voltar a tempo para o DF. Eu ainda não sabia, mas realmente foi um momento único nas nossas vidas”.

Thiago comemorou seus 3 aninhos em setembro de 2014 com a família reunida e, um mês depois, faleceu. Nesse momento mais doloroso, a Abrace apareceu de novo na história dessa família. “Foi na hora do desespero, quando eu não sabia o que fazer, que alguém da Abrace me ligou e disse que iria cuidar de todo o funeral. Eles compraram o caixão, providenciaram a roupinha dele com todo o cuidado do mundo. Eu queria que as pessoas soubessem o tamanho da importância desse apoio. Como é bom receber ajuda no momento de necessidade”, afirma.

Hoje, Arilma, que é formada em serviço social, trabalha e cuida dos dois irmãos do Thiago, o Pedro, de 8 anos, e o André, de 11. Quando ela lembra de tudo que viveu, apesar das lágrimas, pensa muito nas mudanças que a passagem do Thiago pela Terra trouxe para ela: “Eu hoje valorizo mais a vida e o dia a dia com meus filhos, me importo mais com a dor do outro e com o que as pessoas precisam. O trabalho da Abrace foi essencial nesse caminho. É uma instituição que ajuda, mas não de qualquer jeito, é realmente com muito carinho que eles trabalham”.

Arilma - foto

by acls us
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