dedicação pela vida

Credibilidade e confiança marcam os 32 anos de história da Abrace

A Abrace comemora 32 anos em 2018. Desde 1986 a instituição, fundada por um grupo de pais, comprometeu-se em buscar excelência na assistência social às famílias de crianças e adolescentes que lutam contra o câncer ou hemopatias. Para alinhar ainda mais sua missão à prática, a Abrace recebeu de presente a pesquisa sobre os hábitos e percepções da população do DF em relação à instituições de assistência à crianças e adolescentes, de um dos seus parceiros, Opinião Informação Estratégica.

Os resultados não poderiam ser melhores. Descobriu-se que a instituição goza de grande confiabilidade pela população brasiliense. Só fica atrás do Corpo de Bombeiros Militar nesse quesito.

A instituição possui uma forte imagem na memória das pessoas quando diz respeito ao termo instituições de assistência à crianças e adolescentes. A cada 4 pessoas, 1 lembra espontaneamente da Abrace. Quando estimuladas, o número sobe de 9 a cada 10 pessoas. São 35% dos entrevistados que conhecem a ONG e 55% já ouviram falar. A alta taxa de conhecimento faz com que a credibilidade esteja em evidência e a sociedade acredite em seus projetos.

Outra consequência intrínseca do público é a vontade de ajudar. Foi registrado que 71% da população já fez algum tipo de doação. As mais comuns são em dinheiro (39,2%), seguida de objetos (36,9%) e depois vem o trabalho voluntário (17,2%). O número de quem nunca realizou nenhuma doação é de 28,7%. As mulheres que possuem até o primeiro grau completo doam mais objetos, no caso dos homens, de qualquer escolaridade, a razão por não colaborarem com instituições é a falta de confiança.

Pessoas com maior nível de instrução doam menos, enquanto os cidadãos de baixa escolaridade, com mais de 31 anos, são os que mais contribuem com dinheiro (64,5%). Ou seja, o nível de envolvimento com uma causa humanitária aumenta quando as pessoas são mais religiosas, quando não são, a desistência em contribuir é de 58,9%. Outro fator que aumenta esse índice é o alto nível de escolaridade, quanto maior menos se preocupam.

No estudo, revelou-se que existem três perfis apoiadores: o doador, o voluntário e o voluntário-doador. O primeiro diz respeito àqueles que precisam ser estimulados, mantém distanciamento das ações e manifestam um bem-estar psicológico em ajudar materialmente. Já o segundo, são ativos nas atividades voluntárias, estabelecem uma relação de ajuda, sentem-se bem em participar e atuar na necessidade do outro. O terceiro perfil é extremamente ativo, alto nível de empatia, sentem-se realizados em doar tempo, conhecimento e até dinheiro. No entanto, todos os três tipos de personas têm em sua origem os mesmos sentimentos de entrega, compromisso, realização e altruísmo. Apesar da segmentação de perfis, foi validado que quem já foi doador uma vez não deixa de doar, embora o contribuinte precise de um estímulo para continuar.

São três os principais motivos que levam um doador a parar de contribuir: o seu orçamento, falta de acionamento ao contribuinte por parte da ONG ou a insistência da instituição, especialmente quando a própria não fornece a credibilidade.

A dinâmica para coletar as informações apresentadas seguiu duas metodologias: para a pesquisa qualitativa, organizou-se um grupo de discussão, em duas sessões. Foram convidados doadores regulares e antigos doadores. Para a pesquisa quantitativa, foram realizadas entrevistas pautadas por um questionário pré-estabelecido, no qual abordaram 401 pessoas de acordo com os critérios já definidos de idade e sexo.  

by acls us
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