dedicação pela vida

Preparação para mais uma etapa

Conheça a história da assistida Thalitta Emanuelle e de que formas você pode ajudar a Abrace a continuar trabalhos como esse

O ano de 2013 foi difícil para Thalitta Emanuelle Brandão e sua família. Com 10 anos de idade, a menina teve um câncer: a osteossarcoma. Uma pequena elevação no joelho esquerdo denunciou o câncer que se instalou ali. A partir de um raio-x e um diagnóstico, iniciou-se grandes mudanças na vida de Thalitta.

A primeira delas foi a troca de cidade, de Unaí para o Distrito Federal, para iniciar um tratamento demorado e doloroso entre o Hospital de Base e o Hospital da Criança de Brasília José Alencar. Ela ganhou um novo lar, a Casa de Apoio da Abrace, e uma nova rotina. Teve que substituir a escola pelo hospital, injeções, consultas e quimioterapia. O seu caso necessitava de uma cirurgia para retirada do tumor. Após esse procedimento, colocaram uma endoprótese para que as pernas ficassem no tamanho correto. No entanto, o organismo de Thalitta rejeitou a placa. Houve uma infecção, em seguida pegou catapora e isso fez a recuperação da pequena ser mais demorada, não bastava os efeitos colaterais da quimioterapia. “Foi muito difícil. Moramos longe... quantas vezes eu tive que sair às pressas para interna-la porque ela passava mal”, relembra a cuidadora da menina, a tia Cássia Correa.

No dia 07 de setembro de 2013, a assistida recebeu alta do hospital, mas não do seu tratamento. A doença deve ser acompanhada de perto por mais 10 anos. Já se passaram 5. No momento, a fase em que Thalitta se encontra é de alinhar a altura das suas pernas. “O caso dela não precisou fazer a amputação, mas após a cirurgia a perna esquerda ficou mais curta que a outra. Isso está forçando o quadril e a coluna dela”, a tia explica. No relatório, o médico descreve que a perna esquerda está com um encurtamento maior que 7 cm da outra.   

A assistida deverá pôr um aparelho fixador externo circular Ilizarov para que, aos poucos, sua perna fique do tamanho correto. Apesar de não querer fazer outra cirurgia, Thalitta entende que é o melhor. Na verdade, o seu maior medo é ter que voltar para a quimioterapia. “Por já ter passado por isso tudo eu vejo que ela [Thalitta] é uma vencedora. Ela ficou muito debilitada com a quimioterapia. Deus sabe o que faz, na hora certa. Ela já conseguiu uma superação”, define a tia que continua acompanhando de perto o tratamento.

A Abrace iniciou uma campanha de arrecadação para a compra do fixador externo circular que a Thalitta necessita. Histórias de assistência como essa só é possível continuar com a sua ajuda e solidariedade. Se você tem o interesse de contribuir com o nosso trabalho, ligue na nossa Central de Atendimento: 3212-6000.


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