Amigos superam câncer e, após dez anos, marcam reencontro

Conheça a história de três jovens que venceram o câncer e que hoje, depois de adultos, ainda mantêm um caso de amor com a Abrace
Publicado dia 12/01/2016 às 13h00min

Parecia um dia normal, quando lá vinham eles: Genivaldo, Reginaldo e Admilson. Os ex-assistidos que hoje são adultos, residem em outros estados mas, aproveitaram a passagem por Brasília para um encontro na Abrace.

“Está tudo diferente, a Casa de Apoio está mais espaçosa e isso é muito bom. Voltar aqui e rever todos é revigorante, especialmente porque estão bem”, diz o baiano Genivaldo Barbosa, 32 anos. Apesar da alegria em estar com grandes amigos, Genivaldo ainda se emociona ao falar do passado. “Abaixo de Deus, foi esta instituição quem ajudou a salvar a minha vida. Minha família não tinha recursos, não tínhamos condições para financiar meu tratamento”, desabafa com lágrimas nos olhos.

Genivaldo conta que dez anos após o término do tratamento de um linfoma, sente-se vitorioso. “Não tenho palavras pra expressar tudo o que a Abrace significa em minha vida. Só tenho a agradecer a toda esta família por ter feito parte da minha história e que, ainda hoje, tem lutando pra salvar novas vidas”, ressalta.

Reginaldo Lopes, 27 anos, lembra que quando recebeu o diagnóstico de leucemia ficou bem abalado e foi a equipe da Abrace que o ajudou a aceitar melhor a doença e a não deixar de acreditar que um dia poderia ficar bem. “Conheci pessoas boas e passei bons momentos aqui. Uma fase muito difícil, é verdade, mas aprendi a superar. Reginaldo é natural do Piauí e reside em Brasília. “Moro sozinho, mas durante o tratamento minha mãe ficava comigo. Estou feliz com o que conquistei e atualmente trabalho em um supermercado e também sou cabeleireiro”, relata orgulhoso.

Já para Admilson, natural de MG, a Abrace foi acolhedora. “Assim como uma mãe que acolhe e ama. Eu e minha família tivemos apoio emocional, o que foi fundamental para dar continuidade no tratamento da forma mais otimista”, aponta. Sou grato e tenho especial carinho pelos funcionários. Admilson conta que em breve pensa em trabalhar como voluntário.

Os três rapazes passaram por um acompanhamento que durou anos. Um período de dor, mas também de alegrias, resiliência e amizade. Um laço fraterno que fortaleceu ainda mais o carinho pela instituição. Atualmente, os jovens encontram-se livres do câncer e levam uma vida normal.

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